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domingo, 7 de junho de 2009

JOGO DURO, A TÁ!

A globo tem cada ideia de vez enquando e realmente nao da pra entender. Hoje comecou esse novo programa, Jogo Duro, onde os participantes sao submetidos a condicoes "terriveis" e "degradantes" a pqp, fala muito serio, todo mundo, mesmo q seja muito idiota sabe que, mesmo em hipotese alguma a emissora colocaria em risco fisico direto e nem indiretamente, algum participante, outra coisa, os animais "perigosos" expostos tambem de forma alguma sao peconhentos e tb mesmo que fossem eles estao protegidos por diretos e eles tem q ter um cuidado do cacete pra que nao saia nenhuma vitima dali, nem gente e muito menos animal. Resumindo, nao vejo futuro pra esta porcaria, ainda mais com Paulo Vilhena tentando fazer papel de durao, com a barba pra fazer, uhahuaahu Jogo duro seria um programa excelente se fosso baseado na realidade, e é claro que a Globo faria um termo retirando toda a sua responsabilidade sobre qualquer merda que desse duranto todo o programa. hehhehe To viajando aqui, mais tenho certeza que seria maneiro ver pessoas comuns se ferrando a vera na real, tipo, saindo com osso quebrado, fratura exposta, bicho fincando a ferroada, pra min, se for fazer algo do genero tem q fazer bem feito, pq essa porcaria que esta no ar é puro teatro, eu sei que um bicho daqueles pode ate se revoltar e largar a dentada em alguem, mas pode ter certeza que a Globo nao vai mostrar e se isso realmente acontecer a pessoa estara 100% envolvida por uma equipe medica que fara tudo q for necessario pra que ela nao pegue nem um simples resfriado. Jogo Duro pra mim é isso ai! :P

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Escolhas aleatórias

Passei o último fim de semana em BH, visitando uma amiga querida que não via há muito tempo. E como é natural nessas ocasiões, conversamos quase o tempo todo.

Ela me contou que está namorando um alemão há 3 anos, e eu quis saber mais sobre isso. Daí ela me contou que no fim de 2005 sentiu uma vontade louca de ir para uma cidade do interior, para a qual jamais tinha ido. E chegando lá foi conhecer esse rapaz, que por sua vez também nunca tinha ido lá. Se conheceram, se gostaram, e estão juntos até hoje.

Bom, esse é o tipo de história que faz você pensar. Pomba, em 30 anos de vida você vai apenas uma vez a um determinado lugar, e acaba conhecendo uma pessoa importante para sua vida, que "por acaso" também estava passando por lá uma única vez em sua existência. Avalie por alto a probabilidade dum troço desses, e você se depara com duas hipóteses: ou a coisa 'era pra ser' e não tinha jeito, ou tudo nessa vida maluca é apenas caos, e você não achará nada demais em alguém se apaixonar por uma pessoa um pouco menos provável que tenha cruzado seu caminho.

Só sei que mergulhamos nessa conversa, e de alguma forma a coisa mexeu comigo. Fiquei pensando sobre essa loucura que são as escolhas aleatórias que fazemos na vida, e que podem ser mais decisivas para seu futuro do que a faculdade que você faz.

Sei lá, um cara tem 3 opções de caminho para chegar em casa. Numa delas, a mulher de sua vida o aguarda, sem que ele possa imaginar. Noutra um psicopata está decidido a matar o primeiro infeliz que aparecer, e na última opção, simplesmente não vai acontecer nada de especial. E aí?

Bom, os dias se passaram, e o papo sobre essas escolhas esfriou. Ao menos até que chegou a hora de comprar minha passagem de volta, e eu me deparei com aquela imagem da planta do ônibus, mostrando quais os lugares que ainda estavam vagos.

Notei que todas as janelas já haviam sido vendidas, e que apenas duas poltronas de corredor não permanceciam vagas. Senti um frio no estômago, e um pressentimento. Em alguma daquelas janelas estaria uma mulher legal de se conhecer. Mas em qual?

Olhei bem para aquela imagem, e imaginei todo tipo de gente que estaria ocupando aquelas cadeiras. Ia encarar 7 horas de viagem, e ao escolher um número poderia estar optando entre deitar ao lado de uma mulher que poderia vir a ser importante em minha vida, ou um jogador de Rugby. Pergunto: é justo fazer uma escolha tão importante sem ter qualquer informação a respeito??? Deve ter alguém rindo muito da gente lá em cima...

Enfim, senti algo em relação ao número 8, e fui nele. No entanto, por algum motivo o site da empresa não efetuou a venda, havia algo de errado. Pelo tel também não deu, então não tive escolha senão ir à rodoviária, comprar do jeito antigo.

Entre uma coisa e outra cerca de uma hora se passou, e quando finalmente cheguei ao guichê, me deparei com a mesma escolha. Olhei para a tela, e lá estava a minha poltrona 8, ainda me esperando. "É um sinal" - pensei. Se não vendeu até agora, era mesmo para ser minha. E comprei.

Bom, ainda passei mais algumas horas super agradáveis na capital mineira, mas nada disso importa para nossa narrativa. Então, lá pelas 23h saí de onde estava e fui para a rodoviária de BH. Lá chegando, de cara vi algo que considerei um bom presságio.

Não sou entusiasta do lesbianismo, pois se as mulheres descobrirem que são muito mais gostosas que os homens, estou ferrado. Gosto, portanto, de mulheres que gostam de homens - ou pensando melhor, mulheres que gostam de mim. Se pudesse escolher, todas iam gostar de mim e ponto. Ou também de meus amigos, porque melhor que curtir um mulherão, é curtir um mulherão vendo todos seus amigos igualmente bem acompanhados.

Mas enfim, cheguei na rodoviária e vi aquela cena inegavelmente bela de duas mulheres se beijando sem qualquer pudor. Duas gatinhas, a bem da verdade, nada de Cássia Eller não. Gatinhas e apaixonadas, tavam gostando mesmo da coisa. Bom sinal - pensei.

Já perto de meia-noite meu ônibus chegou, e eu fiquei de olho na fila para ver se sentia a mesma intuição diante de algum rosto. Tarefa difícil, pois BH é uma dessas cidades abençoadas em termos de mulheres bonitas, e sobretudo simpáticas.

Chegou então a hora de subir no ônibus, e eu estava animado para ver qual delas iria passar a noite ali, ao meu lado. Foi quando eu finalmente entendi por que o site tinha ficado fora do ar. Era meu anjo da guarda tentando me dizer para não comprar a 8 de jeito nenhum!

Meu irmão, tente imaginar um cruzamento de Mr. Catra com Hancock. Imaginou? Pois é, não tinha gatinha nenhuma ao meu lado, e sim um camarada esparramado, óculos escuros e touca no cabelo, casaco de couro preto daqueles bem sinistros e surrados, braços cruzados, fingindo que estava dormindo para não ter que me dar boa noite. O tipo de pessoa que sem precisar de muito esforço você imagina matando gente. E o que era pior: a divisória central tava levantada.


Potaqueopareo! - pensei. Eu mereço, fala sério. Todo castigo pra corno é pouco.

Então foi isso. Sentei acoado no que restava de minha poltrona, dando conta de que ele havia se deitado também sobre o meu cinto de segurança. Tudo bem, porque a essa altura eu não queria mesmo ficar preso ali. E também vi que seria impossível dormir naquelas circunstâncias, mas tava valendo. Tudo que eu queria era chegar logo ao Rio.

E então a mulherada começou a subir no ônibus. Eu ali, ao lado daquele exterminador, pude ver de camarote as mineirinhas lindas entrando no coletivo, e eu lá, do lado daquele leão de chácara do inferno. À minha frente, na poltrona 1, uma menina deliciosa, com um gordo mané ao lado. Por que não comprei a 2!?

Ao meu lado, uma das lésbicas se despedia pela janela da amante. E duas fileiras atrás de mim duas amigas, brincando, perguntavam alto se já tinham arrumado namorado dentro de um ônibus. Porra, se eu tinha que conhecer a mulher da minha vida naquele ônibus, é bom eu me conformar com uma vida de boemia.

Fiquei tão aporrinhado, que comecei a dar valor a detalhes e coisas bestas. Por exemplo, na parada em Barbacena, um belo vidro trabalhado em areia dizia "Mixto quente no pão de batata". Porra, Misto com X???? Ver isso escrito com hidrocor num papelão tudo bem, mas num vidro caro daqueles, fala sério!

Enfim, tenho certeza que só reparei nisso porque tava fudido da vida. A verdade é que tinha uma porra de um foragido me esperando no ônibus, e eu começava a desconfiar que o grande gol de minha vida poderia ter batido na trave.

Voltei já mais conformado e irritado, e até me permiti dormir um pouco, quando o porco ao lado começou a roncar. Tudo para, de manhã, ver de camarote a gatinha da poltrona 1 tirando as meias e colocando a sandalinha, deixando a bunda inteira à mostra a cada vez que se abaixava. Gostosa demais, e eu ali, com aquele encosto ao lado. Até na hora de sair do ônibus o cara fingiu que tava dormindo até que eu fosse embora. Uma assombração legítima.

Passado o trauma, me pego aqui pensando. E se eu deveria mesmo ter conhecido a mulher da minha vida naquele ônibus?

Bom, aí como diria um amigo meu, já era. Fudeu a porra toda.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Cúrva




Não, meu caro, não há qualquer erro ortográfico no título deste post. Nem tampouco a palavra curva passou a ter acento após esta bendita reforma ortográfica. A presença daquele acento ali foi intencional. E já explico o porquê.

Uma coisa que sempre me chamou a atenção, nas muitas vezes em que viajei sozinho pelas madrugadas, era me deparar com estas placas dizendo "Curva acentuada" antes de curvas mais perigosas. Porra, curva acentuada é cúrva. E fala sério, o cara vem despingolado, muitas vezes embriagado, tem pela frente uma curva fechada que contorna um despenhadeiro, e ainda tem que ler "Curva acentuada"?! Vá a merda!

Em certas situações a educação vira hipocrisia, e só atrapalha. Garanto que se estivesse escrito algo assim: "Curva fechada pra caralho!", "Freia essa porra!" "Pára tudo!" ou "Morte certa", neguinho ia respeitar e entender muito melhor. Ou então colocava apenas o desenho de uma caveira ou um carro capotando em chamas, como a placa que delimita a pista do aeroporto Santos Dumont.

Viajando pelo Brasil você verá diversas formas de alertar para a mesma coisa. Quebra-molas, por exemplo. É até um nome bacana. Tem a objetividade dos índios, diz logo que você vai se foder se passar voado. Mas pelo Brasil, há inúmeras formas de dizer a mesma coisa. Já vi, por exemplo, "obstáculo" e "Obstáculo transversal", "lombada", "Saliência", e por aí vai.

Bom acho super legal cada região ter sua própria cultura e sua maneira de se expressar. Mas se um português tarado estiver dirigindo, e vir uma placa escrita "Saliência", vai parar e procurar onde fica o puteiro. Outros, até entenderem do que se trata, já terão quebrado o carro todo...

É igual quando você lê: "Evite deixar remédios ao alcance de crianças". Pomba, evitar?! Evitar você tem é de deixar a torneira aberta ou deixar a tampa da privada levantada. Criança brincando com remédio pode resultar em morte, não tem essa de "evitar". Por que então vagabundo não escreve: "Porra, vê se não deixa teu filho botar a mão nesse vidro, caralho!"

Do jeito que eles fazem, vão acabar escrevendo: "Evite atirar na própria boca", "Evite pular pela janela", "Evite beber água da privada", ou coisas do nível.

Fiz este post porque acho que para frescura tem hora. Em certas horas, ser objetivo é muito mais que um luxo.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Alevanta e Anda ... Ele pode te usá tobém


Esse post é sobre a desgraça da exploração dos pobres ...

Não deixem de ouvir esse áudio bizarrooooo ...

http://www.youtube.com/watch?v=e8MWUW5yd-Y

O cara nasce pobre, anda no meio de lixo, violência, muitas vezes não tem acesso à educação nem a nenhum outro serviço quanto mais à lazer, arruma um sub-emprego e devido à falta de escrúpulos de alguns, ainda perde no mínimo 10% de seu salário de fome para os falsos profetas.

Basta você andar por um bairo mais humilde e verá a profusão de igrejas. Sabe o motivo? Massa de manobra ... ignorantes ... sem instrução ... fácil de ludibriar e tirar dinheiro.

Isso sem entrar no mérito das vantagens governamentais, como isenção de impostos ...

Mas o mais bizarro é quanto alguém da própria comunidade é sugada pra dentro dessas igrejas pelos chefões, para dar legitimidade à mesma, para falsamente mostrar que alguém que acredita no "Senhor" cresceu, subiu na vida ... e que isso se passou ali ... bem ali ... no meio de todos.

AGORA ... os piores ... os mais sagazes de todos, são aqueles que abrem igrejas de fins específicos, e no meio de pessoas instruídas e com condições financeiras ...

Estão aí uns exemplos:

Igreja Maradoniana: "Pelé foi Rei. Maradona é DEUS"
www.iglesiamaradoniana.com
--> Em Rosário na Argentina

Bola de Neve Church: "In Jesus we trust"
http://www.boladenevechurch.com.br/
--> Tem sede de frente pra praia da Barra da Tijuca, com pista de skate, videogames ... e o altar (púlpito) é uma prancha de surf. Já estão em 8 países ... e continuam crescendo.

Só me resta dizer (em tom irônico é óbvio): "MEU DEUSSSSSSSSS, ehehehehehehe"

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Escrever por escrever.

Algum dia vc já teve de escrever por escrever? Eu já, agora e sempre. Fazemos isto desde os tempos da Tia Teteca lembram? "Hoje vamos fazer uma redação sobre o índio; Hoje vamos escrever sobre as borboletas[...]" e assim fomos crescendo e desaprendendo a escrever, quanto mais avançamos nos estudo escrevemos menos. Na faculdade todos os trabalhos são digitados e copiados e colados da "SANTA" Internet. Aí deixamos de escrever e aprendemos as teclas mágicas "CTR+C" e "CTR+V" bendito seja. Mas escrever é um ato de paciência, conhecimento, interiorização e meditação, por isso que na escola só saia redação bosta, e criança tem paciência, conheimento e saco pra meditar? claro que não, e a Tia Teteca tinha saco para ler todas as redações com aquelas letrinhas assustadoras? Acho que não. Então voltando a vaca fria, estou eu aqui escrevendo este texto porque meu "chefe" está jantando na churrascaria e me pediu para escrever hoje a noite neste exato momento, e como sou obediente, o estou fazendo. FDP foi jantar e nem me chamou, mas tudo bem sei o meu lugar. Voltando a vaca fria e comendo o boi aos pedaços vamos em frente. Escrever é bom, eu gosto muito, apesar de não ser muito bom neste ofício, gosto muito quando estou com raiva de algo e de soltar os bichos, as idéias vem todas desarrumadas e tudo bagunçado e jogado no meio do turbilhão de raiva e emoção. Escrever carta também é legal, gosto também. Antigamente ante do advento da internet as pessoas escreviam mais para as outras, hoje tenho absoluta certeza que os jovens da era internet não saber colocar uma carta no correio, e nem escrever uma carta de amor para a namorada, ou mesmo narrar suas férias para um amigo. É uma pena, mas é a evolução, algumas coisas ficam no passado e outras assumem o seu lugar, é assim e sempre o será. Esta coisa de passado e outras coisas aparecerem no lugar de outras acontece o tempo todo, mas existe uma prática a qual isto não acontece e nunca vai acontecer, a educação (escolar), as práticas, metodologias e as pedagogias da escola de hoje são as mesmas do passado, pode mudar sim o DVD, o computador, o quadro, mas a prática docente não muda e nem mudará, é leitura de textos, exercícios, explicação e provas, isso não muda, nem se o melhor especialista do mundo em pedagogia aparecer a estrutura não muda, sabem por que? eu digo, as idéias ficam somente nas idéias e nos livros, ouço sempre dizerem que o professor tem de se qualificar e estudar e se matar, mas a clientela muda também? claro que não, cada dia que passa os alunos estão piorando, os pais piorando, e para que um super professor se a clientela não é super? O que adianta falar e saber coisas maravilhosas se a clientela não alcança o pensamento? Como que em 2 horas semanais de aula um professor consegue mudar o pensamento de uma criança e lutar contra as 24 horas de TV e Internet? É uma guerra ganha, e o professor ganhando mal pra cacete para competir 2 horinhas contra todo o sistema, é brincadeira, quanto mais nos pedem qualificação menos nos pagam, já reparam nisso? Antigamente tinha de ter o 1º grau para ter emprego, depois vc tinha de ter o 2º grau para ter o mesmo emprego e com o salário menor, e hoje vc tendo o 3º grau, vc tem de ter uma pós-graduação pra começar a pensar em ganhar dinheiro, o mercado quer pessoas qualificadas mas não quer pagar por isso é foda, e o pior que ninguém vê isto. Vou dormir com fome, desculpa chefe.

Paciência


Paciência é uma merda.

"Pronto, ele surtou de vez!" dirão alguns. Afinal, como uma virtude tão elevada quanto a paciência pode ser uma merda?

Pois eu te digo, meu chapa, que minha vida é muito mais estressante por eu ser um cara paciente.

Não, não estou falando com isso que o erro seja meu, nem que o problema maior esteja no fato de voluntariamente eu engolir certos sapos para não ter que iniciar jihads diárias. Eu até que levo isso na boa. O duro, como diria Falcão, são os comentários.

Um dia desses um mala me pegou no telefone quando eu estava no computador cheio de trabalho atrasado. O cara era uma dessas pessoas cheias de grana e sem ter mais o que fazer, que por mais que você explique que está trabalhando, e com muita pressa, ele fica lá perguntando: "Mas e aí, o que você achou da corrida?"

Porra, dá vontade de matar. Eu tenho um site, acabei de publicar um texto dizendo tudo que eu achei da corrida, e o filho da puta tem preguiça de ler e quer que eu pare tudo para repetir em viva voz para ele?

Mas é aquilo, sou educado demais. Em vez de entrar num ônibus e ir atrás do animal para exterminá-lo, como provavelmente eu deveria fazer, eu fico ali, meia-hora pagando meus pecados, dizendo monossílabos enquanto entrego o sacrifício a Deus pelas almas do purgatório.

Mas tudo bem, eu suporto isso. O duro foi ouvir minha mãe dizer que eu não tenho coragem de dizer que estou ocupado.

Bom, vamos lá:

1) minha mãe passa pela mesma coisa com as amigas dela, quase diariamente;
2) De quê adianta ela me instigar ao homicídio? Que bem fez ela ao me fazer sentir culpado por abafar meus instintos pscicopatas?
3) Ela usou o termo coragem. Peraí: será que ela acha que eu tenho medo de dizer heresias e abominações a quem quer que seja??? Será que ela não entende que o único medo que sinto é o de minha própria falta de limites no momento em que perder a paciência de vez???
4) Eu por diversas vezes já fui explícito com relação à minha pressa ou indisponibilidade. As pessoas simplesmente ignoram, e me deixam essas duas opções: me transformar num homem fora de controle, ou seguir aturando.

E então hoje eu perdi a paciência em casa. Minha empregada trabalha aqui desde que eu nasci, há 30 anos, e sempre me odiou declaradamente. É algo instintivo, ela gosta de meu irmão e me odeia, assim, sem qualquer razão. O QI dela deve ser o mesmo de uma iguana, e iguanas agem assim.

Claro que com o passar dos anos eu tb passei a detestá-la, e hoje temos muitas razões para isso. Acontece que hoje eu não tava para aguentar certas coisas, e desci o barraco. Mandei às favas, queria ver o circo pegar fogo.

E justo quando eu comecei a desopilar o fígado, veio minha mãe com aquela velha chantagem: "Você sabe em cima de quem isso tudo explode, né?"

Ok, quer dizer que eu aguento essa doente me tratando mal desde que eu nasci, sem qualquer razão que não seja hormonal, engulo sapos diariamente, e no dia em que eu resolvo reclamar o errado sou eu?! Ainda tenho que me sentir culpado por terem deliberadamente acabado com minha paciência?? Só falta alguém querer que eu agradeça a cada vez que um beócio abusar de mim...

O grande problema em relação à paciência é que ninguém vê quando você lança mão dela. Ninguém percebe o esforço diário que você faz para não se descabelar o tempo todo com tanta gente sem noção à sua volta, fazendo coisas absurdas, que deveriam merecer açoitamento em via pública.

Não importa o quanto você aguente, as pessoas só irão ver quando você perder a paciência, nunca quando você usá-la.

E aí, as mesmas pessoas que diziam que você não tinha coragem para falar algo, irão te olhar com cara feia e dizer: "Porra, vc se irritou só por causa disso!!??"

Ou seja, tudo que vc engoliu anos a fio não te valeu nada. E as pessoas que te criticavam porque vc não falava nada, agora te criticam porque você falou.

Paciência é uma merda...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Barbárie homosapiana brasileira.

Estive pensando no que você me disse um dia. "O Brasil tem solução". Pensando bem e anializando os fatos que vejo e percebo, o Brasil não tem solução. Acompanhe comigo. Todos nós somos "ladrões", roubamos uma moedinha da bolsa, a fila, o troco, e outras coisas que fazemos em pensamento, então "vamos todos queimar no fogo do inferno", somos um povo "que não desiste nunca", nunca desistimos porque tá tudo errado e ficamos insistindo, se estivesse certo estaria então "vamos todos queimar no fogo do inferno". Hoje quebrei o galho de uma pessoa para ela poder sair mais cedo do trabalho, o que aconteceu ele adiantou o lado de aoutra e eu me ferrei, isso é coisa de brasileiro. Por exemplo, um motorista de onibus que trasporta pessoas eu disse pessoas, então ele dirige como se estivesse levando pessoas? Claro que sim, porque se estivesse levando comida, água, material de construção ou gado ele tria cuidado para não quebrar ou danificar os produtos pois se quebra ou danifica sai do bolso dele. Todos nós queremos levar vantagem, ou trabalhar menos e ganhar mais, comprar o melhor, passar na frente dos outros, chegar primeiro. Outra coisa, vim eu voltando do feriado pela estrada e verificando que os cariocas são os que mais cometem merdas no trânsito em ultrapassagens e alta velocidade, qual é a de vcs? pressa? ou falta de educação mesmo? Acho que se o governo pegar a gran que gasta em propagandas que ninguém lê ou ouve e pagasse melhor os porofessores seria muot melhor, quem morre na estrada é o fdp que corre e que bebe. Propaganda sobre AIDS pqp já encheu o saco, DROGAS pqp ja´encheu o saco, CIGARRO já encheu o saco. Todos sabem que faz mal e continuam usando, propagando é jogar dinheiro fora o brasileiro não aprende nem compreende. Você parou de fumar pelas campanhas? Usa camisinha todas as vezes? Fala sério, gastar dinheiro com isso já chega, vamos pagar melhor quem trabalha para educar os filhos de todos. Simto muito informar o Brasil não tem solução.